﻿<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"><channel><title>Webroom - www.webroom.com.br</title><link>http://www.webroom.com.br</link><description /><pubDate /><language>pt</language><item><title>Boca-a-boca virtual: o que falam da sua empresa na internet? </title><link>http://www.webroom.com.br/noticia.aspx?catNot=17&amp;id=51&amp;nomeCatNot=Cobertura</link><pubDate>27/07/2007</pubDate><dc:creator>IDG Now</dc:creator><category>Boca-a-boca virtual: o que falam da sua empresa na internet? </category><description><![CDATA[Fonte: IDGNOW<br>http://idgnow.uol.com.br/internet/2007/07/27/idgnoticia.2007-07-27.9848467709<br>Por Daniela Moreira!<br>Publicada em 27 de julho de 2007 às 12h51<br><br>São Paulo - Os espaços sociais na rede deram voz ao consumidor. Saber o que ele está falando é fundamental para o sucesso da sua marca.<br>&nbsp;Sabe o que andam falando da sua empresa por aí? Se não sabe, está perdendo tempo. Com a explosão dos blogs, redes sociais e comunidades de todos os tipos na grande rede, o velho boca-a-boca - também conhecido como marketing viral, no jargão publicitário - cresceu em proporções, alcance e - aí está a principal razão para você prestar atenção nele - potencial de dano à sua marca. <br><br>Na web 2.0, o consumidor tem voz e o que ele tem a dizer sobre o seu produto ou serviço pode ser decisivo para a imagem da sua empresa - e, em geral, não estamos falando de elogios. “O comentário negativo é mais comum. É uma forma de autoproteção do consumidor”, conta Alessandro Lima, diretor de negócios da e.Life, que faz a monitoração e análise da comunicação boca-a-boca on-line.<br><br>Segundo um levantamento da agência de comunicação Imagem Corporativa, que desenvolveu uma metodologia para monitorar marcas nas mídias sociais, mais de 50 mil pessoas participam de discussões na web sobre serviços de telefonia fixa no Brasil, por exemplo. Em uma única comunidade no Orkut, batizada de “Eu odeio a Telefônica”, 16 mil pessoas se reúnem para falar mal da operadora.<br><br>Lima - que é um dos palestrantes do evento <a target="_blank" href="http://www.digitalage20.com.br/">Digital Age 2.0</a><a href="http://www.digitalage20.com.br/"></a>, que será realizado pelo IDG e pela JumpEducation nos dias 09 e 10 de agosto, no Hotel WTC, em São Paulo - aponta que no mundo real um consumidor insatisfeito fala mal da empresa para até 11 pessoas. Na web, esse mesmo consumidor pode atingir até 220 pessoas.<br>“Com a internet, não é preciso estar no mesmo espaço nem no mesmo tempo para repassar sua mensagem”, ele observa. Isso significa que se a Dona Maria, de São Paulo, falar mal de um sabão em pó em um site hoje, daqui a três anos a Dona Glória, de Recife, pode ler a reclamação e optar por uma marca diferente.<br><br>“Não é um grupo organizado, não é um sindicato, não é um concorrente - um único indivíduo pode causar enorme dano à imagem da sua empresa”, aponta Ciro Dias Reis, presidente da Imagem Corporativa.<br><br>Para ilustrar seu ponto, ele cita o exemplo do cliente norte-americano insatisfeito com a companhia aérea United Airlines, que criou um site para expressar sua fúria. O que começou com uma simples carta à companhia em 1996 - sem resposta -, evoluiu para <a target="_blank" href="http://www.untied.com/">um portal</a><a href="http://www.untied.com/"></a>, o Untied (brincadeira com as letras do nome da empresa), que hoje reúne mais de 12,5 mil reclamações de clientes ignorados e que recebe mais de 15 mil visitantes únicos por mês - curiosamente, pelo menos 1% das visitas são da própria United. <br><br>O primeiro passo para evitar este tipo de desastre é estar atento ao que os internautas falam da sua empresa. Algumas consultorias - como a e.Life e a Imagem Corporativa - já prestam serviços de monitoramento das redes sociais no Brasil - já que dar conta da vastidão do espaço virtual não é uma tarefa das mais simples.<br><br>E não basta apenas varrer todos os blogs, fotologs e comunidades do Orkut - o que, por si só, já pode ser uma tarefa hercúlea - para saber o impacto das redes sociais sobre e a sua marca. É preciso entender quais são as fontes mais relevantes, entender a variação dos comentários no tempo, seu alcance e o seu teor. “Nem todo boca-a-boca tem o mesmo peso”, resume Lima, da e.Life, que associa tecnologia de software a inteligência humana para medir o marketing viral na web. &nbsp;<br><br>Para Lima, as empresas brasileiras já estão acordando para a importância deste fenômeno. “Quando abordávamos este tema em 2004 parecia que estávamos falando de E.T.s”, brinca o executivo. “Hoje já vemos empresas do porte da Microsoft preocupadas em dialogar com a blogosfera no Brasil”, aponta ele.<br><br>Mas não basta olhar para o que o consumidor está escrevendo, é preciso agir com inteligência diante desta preciosa fonte de informação. “A análise do que acontece nos domínios digitais é importante para as estratégias de ação no mundo digital, mas também no tradicional”, aponta Reis.<br><br>Os comentários documentados na web nada mais são que reflexos de problemas que podem estar acontecendo fora da grande rede. “O problema pode ser o produto, pode ser a logística ou pode até mesmo ser a gestão interna da empresa. Nestes casos, as soluções não estão no universo digital”, aponta Reis.<br><br>Por isso não adianta tentar voltar o feitiço contra o feiticeiro. “O pior erro das empresas é tentar colocar gente para falar bem”, diz Lima. Ele explica que a regra fundamental para qualquer ação de marketing viral é a transparência, ou seja, a empresa que está por trás da ação sempre deve se identificar.&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;<br><br>Um exemplo clássico de como esse tipo de estratégia pode dar muito errado é o caso da rede de supermercados Wal-Mart, relatado por Reis. “É um grupo extremamente bem-sucedido e lucrativo, mas muito pouco amado, conhecido por espremer os fornecedores e pagar os menores salários”, ele conta.<br><br>Para tentar criar uma imagem mais simpática, a empresa fez um blog, o Walmarting Across America, que retratava as paradas de um casal por vários estacionamentos de lojas do Wal-Mart em diferentes pontos dos Estados Unidos. <br><br>Tudo ia bem até que a blogosfera descobriu que se tratava de um viral - não identificado - da própria rede. O resultado foi um desgaste ainda maior da marca. “É importante ter consistência entre o discurso digital e a cultura da empresa. Não adianta só fazer de conta”, aponta Reis.<br><br>Para o especialista, as estratégias de comunicação na web devem permear toda a empresa, afinal todos os funcionários freqüentam os espaços virtuais - seja no ambiente de trabalho ou fora dele. “Às vezes um funcionário vê um comentário ofensivo à empresa em que trabalha em uma comunidade e quer defendê-la. Mas se ele resolver ofender o autor do comentário, pode ser pior para a companhia”, ele exemplifica.<br><br>Para evitar episódios como estes, assim como as empresas têm políticas de segurança e recursos humanos, Reis defende a criação de políticas de internet, que definam quem pode falar pela empresa e o que pode ser dito nos espaços sociais da rede.<br>&nbsp; &nbsp;<br>“A internet não é apenas mais uma mídia a ser monitorada - como jornal, o rádio, ou a TV. É uma nova fronteira para a informação”, opina Reis.]]></description></item><item><title>Aprenda truques para aprimorar suas buscas na internet</title><link>http://www.webroom.com.br/noticia.aspx?catNot=17&amp;id=54&amp;nomeCatNot=Cobertura</link><pubDate>22/10/2007</pubDate><dc:creator>IDG Now</dc:creator><category>Aprenda truques para aprimorar suas buscas na internet</category><description><![CDATA[São Paulo - Usar a busca faz parte das nossas vidas na web. Mas será que você sabe todos os truques dos principais mecanismos? Veja nossas dicas.<br>Os meios de transporte em uma metrópole são úteis para seus habitantes irem de leste a oeste e norte a sul. Na internet, mecanismos de busca seriam os veículos que transportam o usuário pelo conteúdo online.<br><br>Hoje é simples encontrar especificamente imagens e vídeos, além de mapas e funções que ampliam o papel da caixa de busca - que até mesmo já se incorporou como uma barra nos navegadores.<br><br>Saber como encontrar é o primeiro princípio do sucesso. “Por incrível que pareça, muitos ainda não estão familiarizados com o ato de buscar”, expõe o diretor de produtos do Yahoo! Brasil, Fabio Boucinhas.<br><br>Na opinião do gerente do UOL Busca, Marcos Lavieri, “os mecanismos estão procurando se adaptar à linguagem natural das pessoas, e entender as combinações feitas com as palavras para saber o que o ser humano quer.”<br><br>Boucinhas também acredita na evolução destas ferramentas. “Eles terão mais capacidade de identificar a intenção de busca do usuário mesmo antes de ele fazer a busca”, afirma.<br><br>Ele explica: “Se tenho interesse em viagens e costumo buscar sobre o tema, o mecanismo saberá que tenho esta propensão quando eu procurar por ‘Paris’. Neste caso, ao invés de resultados sobre Paris Hilton, ele mostrará links, imagens e vídeos da cidade Paris, com restaurantes, agências de turismos, etc, aumentando consideravelmente a relevância ao usuário.”<br><br>Enquanto as profecias não se concretizam, aproveite ao máximo as características das eficientes ferramentas de localização disponíveis aos brasileiros.<br><br><span style="FONT-WEIGHT: bold">Simplesmente encontrar</span><br>O formulário em branco é mais que suficiente para a maioria das buscas. Embora a estratégia ideal para sucesso nas pesquisas pareça ser a opção de busca avançada das ferramentas, nem sempre este é um bom começo.<br><br>“A opção é indicada para quem deseja algo específico - como encontrar algo só em um site. Eu penso que o ideal é não precisar da busca avançada, mas sim pesquisar por termos-chave”, opina Boucinhas.<br><br>A primeira (e mais importante) dica é ser conciso e objetivo. “Inclua somente o termo de busca que deseja. Quanto mais específico o usuário for, mais o resultado vai ser acessível”, aconselha o especialista.<br><br>Seja um músico, trecho de poema ou polêmica atual, “escolha bem a palavra-chave a ser usada”, aconselha Lavieri.<br><br>Outra dica relevante é incluir na busca palavras exclusivas da língua nativa, caso o objetivo seja encontrar páginas somente em português, por exemplo. “É interessante incluir palavras exclusivas da língua, como ‘não’, com acento. Assim, você automaticamente elimina tudo que estiver em outra língua”, aconselha Lavieri.<br><br>Trocar palavras como “de”, “para” ou outras quaisquer por outras relevantes, que tenham a ver com o contexto, também é de grande valia.<br><br>Um caminho ideal para chegar a filmes em cartaz ou produtos de uma marca é endereçar a busca pelo nome do cinema ou do fabricante e, nos sites mostrados, buscar o dado específico.<br><br>Ação bastante popular, colocar um termo ou frase entre aspas significa que toda a frase será considerada para a busca de uma página.<br><br><span style="FONT-WEIGHT: bold">Onde foi que errei?</span><br>É importante lembrar que não vale buscar, usando as aspas, por um termo sem sentido, como “televisão 29 polegadas”. O correto é “televisão de 29 polegadas” - daí sim, são necessárias as palavras antes dispensadas.<br><br>No caso de dúvida com relação a um domínio, evite digitar sua suposição no campo de busca. Ignore deduções, como o “www.receitafederal.com.br” sendo o site real. “Obviamente essa busca pode não responder a necessidade do usuário”, explica Stocco. Digite apenas “Receita Federal” para se fazer entender.<br><br>Erros de digitação e ortografia também são usuais.Confira, pois nem todas as ferramentas oferecem uma sugestão do termo correto quando o usuário erra.<br><br><span style="FONT-WEIGHT: bold">Usufrua dos detalhes</span><br>Aos usuários que desejam especificar suas preferências de busca, os buscadores <a href="http://www.google.com.br/" target=_blank>Google</a><a href="http://www.google.com.br/"></a>, <a href="http://search.live.com/" target=_blank>Live Search</a><a href="http://search.live.com/"></a>, <a href="http://busca.uol.com.br/" target=_blank>UOL Busca</a><a href="http://busca.uol.com.br/"></a> e <a href="http://cade.search.yahoo.com/">Yahoo! Cadê?</a> oferecem filtragem desde pesquisa por exclusão de palavras até pelo tempo de atualização de uma página.<br><br>No geral, todos permitem a apresentação de resultados com todas as palavras, qualquer uma delas, a expressão exata (o equivalente às aspas na busca simples) e nenhum dos termos digitados.<br><br>O tempo de atualização, tipo de domínio (.com.br, .gov.br, etc) do resultado a ser mostrado também pode ser configurado, uso de filtro de conteúdo (banir sites de pornografia e sexo), formato de arquivo (.html, .pdf, etc), idioma.<br><br>Outras opções incluem optar por resultados de acordo com seu direito de uso ou localização do termo pesquisado (no topo, meio ou final da página).<br><br>A partir daí, cada ferramenta disponível tem suas próprias características às quais o perfil do usuário deve se adequar.<br><br><a href="http://search.live.com/" target=_blank>Live Search</a><br>Além das tradicionais buscas na web, por imagens e notícias, as possibilidades se refinam a busca por documentos acadêmicos.<br><br>Também é possível criar uma página personalizada com Feeds pessoais, caso o usuário tenha uma conta no MSN Hotmail, MSN Messenger ou Passport.<br><br>Quem possui uma conta também pode criar macros para filtrar a busca de forma pessoal. A opção “Básico” permite listar até 30 sites para a ferramenta fazer buscas em sites específicos.<br><br>Após fazer a seleção e finalizar a nomeação do macro, o usuário recebe um endereço pelo qual acessa seu mecanismo pessoal de busca.<br><br>Os curiosos podem conferir, na página avançada de macros, algumas funções que podem ser usadas na busca convencional. Uma delas é a filetype:pdf, que indica o formato do arquivo que o usuário deseja encontrar.<br><br>Na busca por imagens, além de selecionar os tamanhos pequeno, médio e grande, há a opção “tamanho de minha área de trabalho”.<br><br><a href="http://cade.search.yahoo.com/" target=_blank>Yahoo! Cadê?</a><br>A ferramenta do Yahoo! oferece, ao digitar a terceira letra de um termo na caixa de pesquisa, opções com histórico do que os outros usuários estão digitando. “Buscamos uma página intuitiva”, explica Boucinhas.<br><br>Na busca avançada de vídeos, há opções para escolha do formato (AVI, MPEG, Quick Time, etc), tamanho e duração dos arquivos.<br><br>As imagens podem ser dispostas por tamanho - com as opções pequeno, médio, grande e papel de parede - e por diferenciação entre coloridas ou preto e branco.<br><br>Quanto ao uso da ferramenta <a href="http://br.answers.yahoo.com/" target=_blank>Yahoo! Respostas</a><a href="http://br.answers.yahoo.com/"></a>, com link na página de busca, Boucinhas sugere que ela seja lembrada quando o usuário não encontra com a pesquisa uma resposta para sua pergunta, como “Quais são as obrigações de um padrinho?.”<br><br><a href="http://www.google.com.br/" target=_blank>Google</a><br>Você é sortudo? Com o botão “estou com sorte”, do Google, é fácil descobrir - mas não a resposta, e sim uma página. O que ele faz? Ao digitar USP e clicar no comando, ele vai direto para a página da Universidade de São Paulo ao invés de seguir para os resultados.<br><br>Para optar pela extensão do arquivo a encontrar, o usuário pode digitar, depois da palavra-chave, o código "filetype:", com o formato em seguida (.asp, .doc, etc).<br><br>Com a função calculadora, se o usuário digitar “5+2”, ele será direcionado para uma página com o resultado da conta.<br><br>Para obter definições de termos, basta digitar o comando “define:” antes de uma palavra. O Google apresenta, em uma página, o significado desta, de várias fontes online.<br><br>Outra dica é para quem busca por músicas. A base “intitle:"index.of" (mp4|mp3|avi) no.one.knows” permite que o usuário personalize, entre parênteses, os formatos de arquivo que deseja procurar e, nas palavras separadas por pontos, o nome da música ou artista.<br><br>O Google ainda oferece <a href="http://www.google.com.br/language_tools?hl=pt-BR" target=_blank>ferramentas de idiomas</a><a href="http://www.google.com.br/language_tools?hl=pt-BR"></a>, para traduzir textos online.<br><br><a href="http://busca.uol.com.br/" target=_blank>UOL Busca</a><br>Voltado principalmente aos usuários do portal de conteúdo Universo Online, esta ferramenta de busca pode ser usada, além de pesquisas no UOL, em buscas pela rede.<br><br>“Contamos na web, imagens e vídeo com índices de resultados do Google”, explica Lavieri. A barra de busca fica na página inicial do portal e, para os usuários do mesmo, é especialmente útil.<br><br>A busca personalizada inclui pesquisar na Rádio UOL, TV UOL, produtos com o ShoppingUOL e notícias dos sites hospedados no portal.<br><br>Também é possível achar conteúdo interno sob os temas blogs, fotoblogs, música, sexo, televisão, sites pessoais e música.<br><br>A plataforma oferece ainda, com a opção “Dicionário”, o serviço gratuito do Michaelis - que, além de definições em português, também traduz palavras para diversas línguas.<br><br><br><br style="FONT-STYLE: italic"><span style="FONT-STYLE: italic">http://idgnow.uol.com.br/internet/2007/10/19/idgnoticia.2007-10-19.2307596763</span><br style="FONT-STYLE: italic"><span style="FONT-STYLE: italic">Por Lygia de Luca!</span><br>]]></description></item><item><title>Amazon.com lança "iPod" sem fio para baixar livro e jornal</title><link>http://www.webroom.com.br/noticia.aspx?catNot=17&amp;id=53&amp;nomeCatNot=Cobertura</link><pubDate>20/11/2007</pubDate><dc:creator>Folha de São Paulo</dc:creator><category>Amazon.com lança "iPod" sem fio para baixar livro e jornal</category><description><![CDATA[A Amazon está tentando fazer pelos livros o que a Apple fez pela música. Seu aparelho está estreitamente vinculado à loja online de livros que o grupo opera, da mesma forma que o iPod está vinculado ao iTunes. <br><br>A Amazon tem 90 mil títulos à venda para o Kindle, no lançamento, incluindo livros de todas as grandes editoras americanas. Best-sellers e lançamentos serão vendidos por US$ 9,99. <br><br>Isso representa economia substancial diante dos preços já baixos que a empresa oferece na compra de livros. No momento, a Amazon vende best-sellers em formato capa dura por entre US$ 13 e US$ 20 dólares, e livros de bolso por entre US$ 8 e US$ 11. <br><br><span style="font-weight: bold;">Jornais</span><br>O Kindle também poderá baixar e exibir jornais, revistas e blogs. Mas em uma era na qual a maior parte do conteúdo disponível na internet é oferecida gratuitamente, bancada por publicidade, a Amazon decidiu cobrar taxas mensais pelo acesso a essas publicações. A empresa diz que as taxas cobrirão os custos de transmissão de informações pela rede sem fio. <br><br>Os usuários do Kindle não precisarão pagar em separado por um serviço sem fio de transmissão de dados. Entre os jornais disponíveis estão o "New York Times", por US$ 13,99 ao mês, e o "Wall Street Journal", por US$ 9,99. <br><br>Cerca de 300 blogs estão disponíveis por entre US$ 0,99 e US$ 1,99. A Amazon dividirá as receitas com as empresas que hospedam os blogs. Os jornais são baixados automaticamente pelo aparelho a cada noite, e os blogs são baixados ao longo do dia. <br><br>O Kindle pesa 285 gramas e foi projetado para ser mantido nas mãos e em uso por períodos prolongados. A tecnologia empregada é conhecida como e-ink e foi desenvolvida originalmente pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). <br><br>O objetivo do sistema é causar menos cansaço à vista do que outras telas. Porque o sistema de tela de tinta eletrônica não requer retroiluminação, o consumo de energia é mais baixo do que o das telas de laptops. A Amazon alega que o Kindle funciona por 30 horas sem necessidade de recarga. <br><br>Como a tela é em branco e preto, a Amazon não venderá livros que requeiram ilustrações complexas para uso com o Kindle. O aparelho dispõe de um teclado que, por enquanto, serve essencialmente para fazer anotações sobre o que o usuário esteja lendo. <br><br>O aparelho tem memória suficiente para 200 livros -ou mais, com um cartão de memória opcional. A Amazon permitirá que os usuários voltem a baixar livros que já tenham comprado caso os apaguem da memória do Kindle ou percam o aparelho e o substituam. <br><br>Por outro lado, os livros adquiridos para o Kindle não podem ser dados ou emprestados a terceiros. Eles podem ser usados por diversas pessoas que compartilhem de uma mesma conta na Amazon. <br><br>A Amazon projetou o Kindle essencialmente para a leitura dos livros e periódicos que vende, mas acrescentou alguns recursos que exploram as capacidades do aparelho. Ele pode ler documentos criados em diversos formatos padronizados. É possível carregar documentos no Kindle, conectando-o a um computador ou enviando o documento por e-mail a um endereço especial que cada usuário do Kindle receberá. <br><br>O aparelho também executará arquivos de música em formato MP3, mas a Amazon não permitirá que compradores adquiram música diretamente em sua loja com o Kindle. <br><br>E o aparelho dispõe de um browser de internet rudimentar, que foi acrescentado inicialmente para oferecer acesso fácil à Wikipedia, mas que também permite acesso a qualquer outro site, exibindo basicamente arquivos em formato texto. <br><br>O Kindle está à venda a partir de hoje na Amazon.com. A empresa não quis informar quantas unidades pretende vender ou quaisquer outros dados financeiros sobre o produto.<br><br>http://www.folhasp.com.br<br>]]></description></item><item><title>Yahoo lança Live, ferramenta para transmissão de vídeo ao vivo</title><link>http://www.webroom.com.br/noticia.aspx?catNot=17&amp;id=55&amp;nomeCatNot=Cobertura</link><pubDate>08/02/2008</pubDate><dc:creator>IDG Now</dc:creator><category>Yahoo lança Live, ferramenta para transmissão de vídeo ao vivo</category><description><![CDATA[O lançamento do <a target="_blank" href="http://live.yahoo.com">Yahoo Live</a><a href="http://live.yahoo.com"></a> atraiu tanta audiência na quinta-feira (07/02) que o serviço, que permite que usuários transmitam vídeo ao vivo, enfrentasse instabilidades.<br><br>O serviço, que contava 580 usuários autenticados na manhã desta sexta-feira (08/02), é um experimento para levar usuários a uma experiência de TV ao vivo, onde a programação acontece em tempo real, afirmou o diretor avançado de produtos do Yahoo, Michael Quoc.<br><br>"Você tem publicado suas coisas no MySpace ou YouTube", afirmou. "Agora, conecte-se com seus fãs em tempo real no Yahoo Live. Existe algo intangível sobre uma performance ao vivo - um ânimo que você não pode replicar em gravações".<br><br>Marshall Kirkpatrick, do Read Write Web, e outros blogueiros de tecnologia que testaram o produto <a target="_blank" href="http://www.readwriteweb.com/archives/yahoo_live.php#more">relataram problemas</a><a href="http://www.readwriteweb.com/archives/yahoo_live.php#more"></a> com o tráfego pesado que o serviço experimentou desde seu lançamento.<br><br>"Aparentemente, a companhia que tem mais tráfego que qualquer outra no planeta é incapaz de lidar com 400 usuários assistindo 30 canais de transmissão ao vivo", escreveu Kirkpatrick. "Na verdade, uma enxurrada de entusiastas apareceu pelo Twitter e a coisa quebrou na hora - pior do que eu posso explicar".<br><br>Ainda assim, ele afirmou que o site combina muitas das melhores ferramentas usadas por serviços pioneiros, como <a target="_blank" href="http://www.ustream.tv/">USTream </a><a href="http://www.ustream.tv/"></a>ou <a target="_blank" href="http://www.justin.tv/">Justin.TV</a><a href="http://www.justin.tv/"></a>, enquanto adiciona outras interessantes, como cinco participantes para uma mesma página de vídeo ou áudio juntos.<br><br>O Yahoo planeja também o lançamento da API do Yahoo Live para desenvolvedores nos próximos meses.<br><br>Quoc afirmou que o Yahoo Live é um serviço experimental, lançado principalmente para que os usuários dêem opiniões.<br><br><br><br><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">http://idgnow.uol.com.br/internet/2008/02/08/yahoo-lanca-live-ferramenta-para-transmissao-de-video-ao-vivo</span><br style="font-style: italic;"><span style="font-style: italic;">Por Computerworld/EUA</span><br>]]></description></item><item><title>Campus Party</title><link>http://www.webroom.com.br/noticia.aspx?catNot=17&amp;id=49&amp;nomeCatNot=Cobertura</link><pubDate>10/02/2008</pubDate><dc:creator>Campus Party</dc:creator><category>Campus Party</category><description><![CDATA[<span style="FONT-WEIGHT: bold">O evento</span><br>O Campus Party pode ser considerado o maior evento de entretenimento eletrônico em rede do mundo. É um encontro realizado anualmente desde 1997, que reúne durante sete dias, diversos participantes com seus computadores.&nbsp;O objetivo é compartilhar curiosidades, trocar experiências e realizar todo o tipo de atividades relacionadas a computadores, às comunicações e às novas tecnologias. <br><br><span style="FONT-WEIGHT: bold">Participantes famosos</span><br>No evento realizado em outros países já passaram convidados de destaque como Neil Alden Armstrong, o primeiro homem que pisou na Lua em 1969; Eveline Herfkens, coordenadora geral da Campanha dos Objetivos do Milênio das Nações Unidas; Stephen Hawking, o grande físico britânico que, através de um vídeo, inaugurou a edição do evento no seu décimo aniversário. <br><br><span style="FONT-WEIGHT: bold">Hospedagem dos participantes</span><br>Os participantes da Campus Party mudam-se com seus computadores, malas e barracas para dentro das instalações do evento. Lá encontram uma completa infra-estrutura de serviços, lazer, higiene, segurança, alimentação e, principalmente, tecnologia. Durante uma semana a Campus Party transforma-se na casa de todos. <br><br><span style="FONT-WEIGHT: bold">Áreas de interesse</span><br>Participam do evento estudantes, professores, cientistas, jornalistas, pesquisadores, artistas, empresários e curiosos. Todos buscam as últimas novidades tecnológicas, a troca livre de conteúdos e o compartilhamento de experiências ligadas ao mundo digital. <br><br><span style="FONT-WEIGHT: bold">Sociedade em rede</span><br>É um público composto por líderes de comunidades on line extremamente ativas na sociedade em rede, com enorme poder de formar opinião e criar tendências. Um público de vanguarda <em>trendsetter,</em> que antecipa o futuro da nova economia e os caminhos da tecnologia da informação.<br><br>A Campus Party acontecerá em São Paulo no Parque Ibirapuera. Durante uma semana, de 11 a 17 de fevereiro de 2007, a Bienal será o ponto de encontro das inquietudes tecnológicas, intercâmbio de experiências e novos conhecimentos. Para mais informações entre no <a href="http://www.campus-party.com.br/">site</a> oficial do evento.<br><br><br>]]></description></item><item><title>Nokia faz acordo com Google para ter busca em celulares</title><link>http://www.webroom.com.br/noticia.aspx?catNot=17&amp;id=52&amp;nomeCatNot=Cobertura</link><pubDate>12/02/2008</pubDate><dc:creator>Da Reuters</dc:creator><category>Nokia faz acordo com Google para ter busca em celulares</category><description><![CDATA[Da Reuters<br>Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia<br><br>A Nokia vai adicionar o serviço do Google à lista de mecanismos de busca que os usuários podem utilizar por meio de seus celulares, anunciaram as duas empresas terça-feira (12-02-2008).<br>A Nokia tem acordos semelhantes em vigor com o Yahoo e a Microsoft, válidos para todo o mundo, e com o Baidu - válido para a China - e o Yandex, na Rússia.<br>"Oferecer opções aos nossos usuários foi sempre um dos fatores importantes na estratégia de serviços de Internet da Nokia", disse Ilkka Raiskinen, vice-presidente de software e serviços do grupo, em comunicado divulgado no Mobile World Congress, que reúne o setor de telefonia móvel em Barcelona.<br><br><span class="subtitulo">Agressividade</span><br>À medida que as redes ganham velocidade e a maioria dos celulares passa a ser fornecida com browsers, as empresas de Internet estão agindo de maneira agressiva para oferecerem serviços de busca, mapas e outros produtos familiares aos usuários da Web também em celulares.<br>O serviço de buscas do Google seria oferecido inicialmente em aparelhos e mercados selecionados e mais tarde expandido a modelos de massa vendidos em mais de 100 países, anunciaram as empresas.<br>"Isso também pode ser uma medida defensiva, tendo em vista os aparelhos acionados pela plataforma Android que devem chegar ao mercado no segundo semestre de 2008", disse Carolina Milanesi, analista do Gartner Group.<br><br>"Ainda que a Nokia possa não adotar a plataforma (Android), ela está garantindo que tenha um relacionamento com o Google, e oferecendo aos seus clientes aquilo que eles desejam", acrescentou.<br>A Google deve lançar seu sistema de software para celulares Android --rival direto da plataforma Nokia S60-- ainda este ano. A Nokia oferece aplicativos de busca em cerca de 40 de seus modelos.]]></description></item><item><title>Indústrias de tecnologia estão preocupadas com preservação ambiental</title><link>http://www.webroom.com.br/noticia.aspx?catNot=17&amp;id=59&amp;nomeCatNot=Cobertura</link><pubDate>16/07/2008</pubDate><dc:creator>Terra</dc:creator><category>Indústrias de tecnologia estão preocupadas com preservação ambiental</category><description><![CDATA[<p>Um grande número de empresas desse segmento decidiu implantar programas globais e agressivos de preservação ambiental que estendem a preocupação para os processos produtivos. </p>
<p>A HP, por exemplo, maior fabricante mundial de computadores, fez do programa Design for Environment o guarda-chuva sob o qual pensa cada novo produto do ponto de vista dos seus impactos no meio ambiente, segundo Kami Saidi, diretor de operações da companhia para o Mercosul. </p>
<p>"Essas preocupações vão desde o tipo e a quantidade de matéria-prima que o novo produto vai usar, quanto de combustível ele vai consumir e até que ponto ele poderá ser reciclado", explicou Saidi, em entrevista à Reuters. </p>
<p>No Brasil, os calços de proteção das embalagens de impressoras e multifuncionais eram feitos de isopor, um material que a companhia queria abolir diante das dificuldades que ele tem para se decompor. A idéia era encontrar um novo produto sem aumentar os custos ou perder a qualidade, segundo Saidi.</p>]]></description></item><item><title>Indústrias de tecnologia estão preocupadas com preservação ambiental</title><link>http://www.webroom.com.br/noticia.aspx?catNot=17&amp;id=66&amp;nomeCatNot=Cobertura</link><pubDate>16/07/2008</pubDate><dc:creator>Terra</dc:creator><category>Indústrias de tecnologia estão preocupadas com preservação ambiental</category><description><![CDATA[Um grande número de empresas desse segmento decidiu implantar programas globais e agressivos de preservação ambiental que estendem a preocupação para os processos produtivos. <br><br>A HP, por exemplo, maior fabricante mundial de computadores, fez do programa Design for Environment o guarda-chuva sob o qual pensa cada novo produto do ponto de vista dos seus impactos no meio ambiente, segundo Kami Saidi, diretor de operações da companhia para o Mercosul. <br><br>"Essas preocupações vão desde o tipo e a quantidade de matéria-prima que o novo produto vai usar, quanto de combustível ele vai consumir e até que ponto ele poderá ser reciclado", explicou Saidi, em entrevista à Reuters. <br><br>No Brasil, os calços de proteção das embalagens de impressoras e multifuncionais eram feitos de isopor, um material que a companhia queria abolir diante das dificuldades que ele tem para se decompor. A idéia era encontrar um novo produto sem aumentar os custos ou perder a qualidade, segundo Saidi.<br><br>Leia a notícia completa no site <a target="_blank" href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3011838-EI4803,00-Industria+de+tecnologia+aposta+em+cuidado+ambiental.html">Terra</a><a href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3011838-EI4803,00-Industria+de+tecnologia+aposta+em+cuidado+ambiental.html"></a>.<br>]]></description></item><item><title>Indústrias de tecnologia estão preocupadas com preservação ambiental</title><link>http://www.webroom.com.br/noticia.aspx?catNot=17&amp;id=65&amp;nomeCatNot=Cobertura</link><pubDate>16/07/2008</pubDate><dc:creator>Terra</dc:creator><category>Indústrias de tecnologia estão preocupadas com preservação ambiental</category><description><![CDATA[<p>Um grande número de empresas desse segmento decidiu implantar programas globais e agressivos de preservação ambiental que estendem a preocupação para os processos produtivos. </p>
<p>A HP, por exemplo, maior fabricante mundial de computadores, fez do programa Design for Environment o guarda-chuva sob o qual pensa cada novo produto do ponto de vista dos seus impactos no meio ambiente, segundo Kami Saidi, diretor de operações da companhia para o Mercosul. </p>
<p>"Essas preocupações vão desde o tipo e a quantidade de matéria-prima que o novo produto vai usar, quanto de combustível ele vai consumir e até que ponto ele poderá ser reciclado", explicou Saidi, em entrevista à Reuters. </p>
<p>No Brasil, os calços de proteção das embalagens de impressoras e multifuncionais eram feitos de isopor, um material que a companhia queria abolir diante das dificuldades que ele tem para se decompor. A idéia era encontrar um novo produto sem aumentar os custos ou perder a qualidade, segundo Saidi.<br><br>Leia a notícia completa no site <a href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3011838-EI4803,00-Industria+de+tecnologia+aposta+em+cuidado+ambiental.html" target=_blank>Terra</a>.</p>]]></description></item><item><title>Indústrias de tecnologia estão preocupadas com preservação ambiental</title><link>http://www.webroom.com.br/noticia.aspx?catNot=17&amp;id=64&amp;nomeCatNot=Cobertura</link><pubDate>16/07/2008</pubDate><dc:creator>Terra</dc:creator><category>Indústrias de tecnologia estão preocupadas com preservação ambiental</category><description><![CDATA[<p>Um grande número de empresas desse segmento decidiu implantar programas globais e agressivos de preservação ambiental que estendem a preocupação para os processos produtivos. </p>
<p>A HP, por exemplo, maior fabricante mundial de computadores, fez do programa Design for Environment o guarda-chuva sob o qual pensa cada novo produto do ponto de vista dos seus impactos no meio ambiente, segundo Kami Saidi, diretor de operações da companhia para o Mercosul. </p>
<p>"Essas preocupações vão desde o tipo e a quantidade de matéria-prima que o novo produto vai usar, quanto de combustível ele vai consumir e até que ponto ele poderá ser reciclado", explicou Saidi, em entrevista à Reuters. </p>
<p>No Brasil, os calços de proteção das embalagens de impressoras e multifuncionais eram feitos de isopor, um material que a companhia queria abolir diante das dificuldades que ele tem para se decompor. A idéia era encontrar um novo produto sem aumentar os custos ou perder a qualidade, segundo Saidi.<br><br>Leia a notícia completa no site <a href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3011838-EI4803,00-Industria+de+tecnologia+aposta+em+cuidado+ambiental.html" target=_blank>Terra</a>.</p>]]></description></item></channel></rss>